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Mostrando postagens com o rótulo genética

Local de Crime e o uso do DNA forense como evidência física: Relato de dois casos de homicídio no Amazonas

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Apresentação de trabalho oral aprovado no XXIV Congresso de Criminalística em Florianópolis, 2017. Essa apresentação foi gravada ainda em casa, antes de ir a Floripa, portanto, desculpa a falta de dicção... rsrsrs.

Técnica do DNA familiar: uma ferramenta na resolução de crimes.

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Enquanto alguns métodos tais como a análise de fios de cabelo e a comparação de marcas de mordida tem sido alvo de críticas sobretudo com a falta de bases científicas, o teste de DNA permanece como a principal ferramenta para a investigação criminal baseada em ciências forenses. Que o DNA forense tem revolucionado a área da segurança pública isso, de fato, é incontestável. O desenvolvimento tecnológico nos últimos anos tem mostrado isso. Da recuperação de poucas células em locais de crime, a capacidade cada vez maior de análise e o uso de banco de dados traz um quadro estatístico de resultados de quase infalibilidade ao uso deste recurso poderoso. Mas nem tudo são rosas. Ainda há casos criminais que mesmo tendo perfil genético desenvolvido a partir de uma cena de crime ainda se tem grande dificuldade em chegar ao autor. Para estes casos um recurso alternativo, que consiste em expandir o banco de dados de DNA, tem sido utilizado e tem demonstrado resultados. É a chamada pesquisa ...

Mudança nos níveis de expressão gênica em tecidos pode ser utilizado para determinar o tempo de morte em cadáveres

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Conhecer o tempo da morte ou intervalo pós mortem (IPM) é uma informação crucial no curso de uma investigação de homicídio. Métodos normalmente utilizados visam observar as transformações cadavéricas e, a partir delas, tentar estimar o tempo decorrido após a morte. A tríade da morte, como é conhecido as três alterações muito utilizadas para determinação do IPM são Livor, Algor e Rigor, os quais fazem referências ao aparecimento de manchas hipostáticas, perda de temperatura do corpo e rigidez muscular, respectivamente. A genética, que é utilizada na prática pericial para determinação de identificação humana de fluídos biológicos coletados na cena de um crime, agora pode ser utilizada também para determinação do IPM. Isso graças uma extensa e nova pesquisa sobre a atividade genética do tecido humano após a morte!!! Um grande consórcio de geneticistas e biólogos moleculares tem medido a atividade genética de tecidos de pessoas vivas e mortas. Já foi descoberto que alguns ge...

Teste de DNA de última geração pode diferenciar gêmeos idênticos

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Uma das grandes questões acerca do teste de DNA forense era a sua incapacidade de distinguir o DNA de gêmeos idênticos sendo estes apenas distinguíveis pela impressão datiloscópica. Bom, pelo menos até meados de 2014 era isso que se conhecia. Um novo teste de DNA utilizando sequenciadores de última geração foi desenvolvido na Alemanha e promete solucionar casos criminais em que há irmãos gêmeos como suspeitos. O teste tem como alvo não a presença de sequências repetidas como no teste tradicional de DNA (marcadores STRs) mas, sim, mutações que ocorrem em um único nucleotídeo. Considerando que as mutações ocorrem aleatoriamente no genoma, até mesmo gêmeos idênticos irão ter variações na localização dessas mutações. O cientista que desenvolveu o teste, Burkhard Rolf,  que trabalha para a empresa Eurofins Scientific, em seu artigo publicado na revista Forensic Science International: Genetics, conseguiu identificar positivamente qual dos irmãos gêmeos era o verdadeiro pai de...

Pesquisa mostra a influência genética no comportamento criminoso.

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Quem influencia mais o comportamento social? o ambiente ou os genes? Essa pergunta já discutida em diversos trabalhos no meio científico vem a tona novamente agora sobre um olhar criminalístico. Será que os genes podem influenciar um comportamento criminoso??!?!? É o que um trabalho recentemente publicado na revista Criminology tenta desvendar. O artigo intitulado "Examining the Genetic Underpinnings to Moffitt’s Developmental Taxonomy: A Behavior Genetic Analysis" aborda o assunto e procura entender se os genes podem ser a causa para se tornar um criminoso persistente , o qual se caracteriza pelo comportamento antissocial na infância e que depois progride para atos criminosos mais sérios. A base para a pesquisa é a teoria taxonômica do desenvolvimento do comportamento antissocial de Terri Moffit. Segundo esta teoria são identificados na população três grupos: os infratores persistentes no decurso da vida, infratores limitados a infância e os não infratores . M...